O ladrão vem para roubar, matar e destruir

A Bíblia afirma que o ladrão vem para roubar, matar e destruir.  Exatamente nesta ordem.  Para nós, à primeira vista, parece que a orem está invertida, mas Jesus não se enganou ao relatar desta forma.  O ladrão aqui significa o nosso inimigo maior: Satanás.

Quando o inimigo rouba a nossa paz, rouba as nossas bênçãos e tudo o mais, ele está recém no primeiro estágio.  Ainda não é o seu objetivo principal.  Isto pode acontecer com qualquer um de nós e certamente, se temos paz e tudo está bem, não será assim indefinidamente, pois teremos aflições e as coisas não vão melhorar.

Então, o segundo passo é matar.  Quando ele mata um de nós, certamente isto é terrível, pois morrer espiritualmente não é bom, assim como fisicamente também não é.  Mas o objetivo dele, do inimigo, é destruir completamente a igreja de Deus.

Acabe, o rei maldoso de Israel queria a vinha de Nabote para fazer daquele vinha preciosa, uma horta para plantar ervas para cultuar deuses falsos.  Nabote não entregou.  Ele morreu, mas Acabe no fim nem desfrutou da herança de Nabote.  Nabote valorizava a herança.  É isto o que Satanás quer destruir!

Precisamos estar em pé, firmes, vestidos adequadamente com todo o aparato para a guerra.  Quando, no livro de Ester, os judes se defenderam, eles estavam protegendo a sua herança.  Vamos guardar e proteger a nossa herança, que são os padrões e estandartes de santidade.

Conheci um grande pregador que se desviou da verdade e fez a sua esposa também sair dos caminhos de Deus.  Ele não preservou a herança que ganhou.  Quando um desviado volta, nós temos que ver qual é verdadeiramente o amor que ele tem por esta herança da qual somos os guardiões.  Também quando alguém sai dos caminhos de Deus não deve arrastar a sua família junto consigo!

Temos uma herança muito preciosa.  A santidade e a verdade devem ser guardadas, custe o que custar.  Poderemos perder a nossa vida, mas a herança da Igreja Apostólica do Brasil tem que ficar firme.

Pregação do Bispo John Bradley Lambeth, em Esteio, dia 03 de maio de 2015.

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O pior pecador

Quando Pilatos interrogou Jesus, ele perguntou para Jesus se por acaso sabia que ele, Pilatos, tinha o poder de matar e soltar Jesus.  Cristo então respondeu que todo o poder vinha de Deus e que maior pecado tinha quem entregou Jesus para a autoridade secular.  Pilatos não via pecado em Jesus, mas estava comprometido  com a opinião pública.  Jesus afirmou que o pecado maior estava em quem tramou secretamente a sua prisão.

Na multidão, realmente houve uma voz que começou a gritar “crucifica-o”. Escondido em meio a muitas pessoas, aqueles poucos inflamaram a multidão.  Foi como se uma onda incontrolável e sem dono varresse tudo à frente.  Por isto que é perigoso seguir alguém indistintamente, pois ele pode estar também sendo levado pela onda avassaladora. Isto não nasceu ali, não começou no dia da morte de Jesus.  O evangelho de João é um relato um pouco diferenciado dos evangelhos sinóticos e lá estão registradas coisas bem interessantes que não estão nos livros de Mateus, Marcos e Lucas.

Desde o capítulo 12 João já relata fatos em que podemos ver as diversas agendas que ocorriam paralelas ao evento principal.  No último jantar que Jesus participou com seus amigos, temos lá diversos personagens e muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo:  Lázaro estava lá, juntamente com os que o queriam matar novamente; os fariseus; os discípulos; Marta e Maria.  Aliás, aquela mulher não se importou com o valor do perfume caro e despejou aos pés de Jesus, enxugando-O com os seus próprios cabelos!  É bom que as irmãs tenham o cabelo sem cortar, pois Deus as fez assim para a Sua glória!

Mas havia mais: havia pessoas que estavam por trás, que estavam tramando secretamente a morte de Jesus.  Este grupo foi personificado por Judas, mas haviam várias pessoas que estavam”por trás dos panos”.  Estes são os piores pecadores!  O pior pecador é o que grita na multidão, escondido sob a proteção do anonimato.  É bom sempre cuidar com fofocas, pois elas minam a igreja.

Pregação do Bispo John Bradley Lambeth, na Igreja Matriz, Esteio, no dia 19 de abril de 2015.

Moisés e Fineias: Duas atitudes uma ideia.

Moisés era um homem que fazia tudo segundo deus lhe ordenava. Vemos ele agindo sempre conforme o que o Senhor Mandava.  deus ordenava ele para falar com o Faraó e ele ia, sem restrições.  Era um homem absolutamente fiel e seguia à risca o plano de Deus.

Mas isto até que ele subiu ao monte para receber as tábuas da Lei. O povo fez um bezerro de oura para si, para adorar e fazer uma festa desenfreada para o ídolo dourado.  Deus, furioso, falou para Moisés que iria destruir, fulminar o povo e então iniciar tudo de novo.  Foi aí que o pastor se revelou.  Até então Moisés estava passivo, obedecendo tudo o que Deus lhe ordenava, mas desta vez, Moisés fez diferente!

Agindo até certo ponto fora do plano de Deus, Moisés trabalhou praticamente em duas frentes: aplacando a Deus e indo ter com o povo.  O que este homem fez?  Ele intercedeu em favor do seu rebanho.  Portanto, um perfeito homem de Deus.  Quantas vezes Deus está furioso e então o homem de Deus ora para aplacar a ira vindoura do Senhor?

Moisés então agiu da sua maneira. Onde estava isto escrito na Bíblia?  Onde está escrito na Bíblia o comprimento das saias das irmãs?  Não está escrito!  Simplesmente, Moisés triturou a imagem e misturou o pó de ouro, diluindo na água e fazendo o povo beber! Às vezes o pastor tem que agir de uma forma mais radical, para que Deus salve a alma dos pecadores.

Então, chegamos à história de Fineias!  O zelo de Fineias foi tanto que ele também agiu de forma extrema.  O povo, em outra ocasião, estava corrompido de novo, a ponto de ter um casal mantendo relações sexuais na tenda da igreja!  Moisés não agiu, ficou olhando. O povo teria aprendido a lição?  Nada ele falou, apenas ficou esperando alguém tomar a frente.

Foi quando Fineias pegou uma lança e matou os pecadores.  Não era mais a hora de beber água com pecado.  O pecado deveria ser tratado de forma radical.  Hoje, os pais estão tratando o pecado de forma radical desta forma?  Não podemos mais aceitar que o pecado entre em nossa igreja.

Como vimos, Moisés e Fineias trataram o pecado de formas diferentes, mas o objetivo foi o mesmo.  A nosso igreja também tem que evoluir e precisamos limpar esta Casa, para que ela continua sendo pura.

Pregação do Bispo John Bradley Lambeth na Igreja Matriz de Esteio, domingo, dia 8 de março de 2015.

Os sinais dos tempos

Lucas 12: 55-56:E dizia também à multidão: Quando vedes a nuvem que vem do ocidente, logo dizeis: Lá vem chuva, e assim sucede. E, quando assopra o sul, dizeis: Haverá calma; e assim sucede. Hipócritas, sabeis discernir a face da terra e do céu; como não sabeis
então discernir este tempo“?

Um amigo meu, taxista, certa vez me falou que observando o tempo, as nuvens, daria para saber se choveria ou não.  Eu confesso que não consegui discernir se realmente iria chover naquele domingo em que eu o encontrei.  As pessoas conhecem muito bem as estações certas de plantar hortaliças e legumes.  Porém, o que a escritura que eu li hoje deixa bem claro é que o sinal dos tempos já está aí e as pessoas não se apercebem.

Leio nos jornais que a nova tele-novela de uma grande emissora televisiva está mostrando um casal não convencional.  Puro sinal dos tempos.  As pessoas comuns não estão notando, não estão percebendo que isto também é sinal dos tempos!

Esta semana fez muito calor na cidade norte-americana de Las Vegas. Para ser exato, foram 55 graus Celsius.  Um calor fora do comum!  Os noticiários literalmente nos bombardeiam sobre guerras e rumores de guerras.  Onde vamos parar?  Nós sabemos muito bem o desfecho deste história.

Apesar disto, muitos cristãos não oram o suficiente.  Lamento informar para os que estão espercebidos, mas a Palavra de Deus diz que não haverá salvação para quem assim procede de modo tão conformista e despercebido.

Vamos orar mais!  Vamos jejuar mais!  Vamos esperar o breve retorno de Nosso Senhor Jesus Cristo fazendo a oração:  “Ora vem, Senhor Jesus”!

Pastor John John Lambeth

Pregação do dia 16 de julho de 2013, terça-feira, na Igreja de Esteio

Sendo um escolhido

Mateus 22:14: “Porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos”.

Recentemente, fui em um sítio onde haviam milhares e milhares de pintos. Muitos deles. O proprietário dos animais me informou que eles ficariam ali presos por um mês. Após isto, um caminhão passaria por ali e recolheria os frangos, porque os pintos cresceriam até então.

O dono dos pintos também me disse que ele escolhia um destes pequenos animais, apenas um, e o recolhia para o galinheiro próximo. Ali, então, o pinto seria cuidado pelo próprio dono, protegido dos inúmeros perigos. Ele estava a salvo das cobras, raposas, cachorros e do fatídico caminhão, que chegaria em um mês para levar seus antigos companheiros para a… Morte!

Assim é conosco, em nossa vida espiritual. Quando alguém pregou para nós, trazendo a mensagem do Evangelho pleno, do Evangelho da Vida, nós fomos chamados. Mas desde que estamos neste caminho, somos salvos, tirados da multidão e sendo cuidados e protegidos pelo próprio dono de tudo, nós somos chamados para uma nova vida!

Para os outros “pintos”, aquele recinto é o mundo. Eles não conhecem a liberdade que nós conhecemos. Eles vivem reclusos e pensam que estão salvos de todo e qualquer perigo, escondidos no anonimato, na multidão. Quando um pinto morre, ele não é retirado de lá, pois ele fica para ser devorado por seus antigos companheiros. Qualquer semelhança com o mundo dos perdidos, dos não salvos, não é mera coincidência…

É por isto que devemos cuidar para não retroceder, não voltar para aquele lugar. Pode parecer que demorará, mas o “caminhão” que levará para a morte é certo que virá!

Pregação do Pastor John John Lambeth, na Igreja de Esteio, sábado, dia 10 de novembro de 2012