Nossa redenção está próxima

Apocalipse 11: 18

“De fato, as nações se enfureceram; chegou, todavia, a tua ira. Eis que é chegado o tempo de julgares os mortos e de recompensares os teus servos, os profetas, os teus santos e os que temem o teu Nome, tanto os pequenos como os grandes, e à hora de destruíres os que assolam a terra”.

Quem lê o versículo acima, talvez se assuste um pouco com o teor carregado de juízo nas palavras proferidas.  Porém, o Apocalipse traz a narração da vitória da igreja, nos seus últimos dias na terra.

Está previsto para o próximo domingo, dia 17 de Janeiro, na Avenida Paulista e em diversas capitais  brasileiras, a denominada “Marcha para Satanás”.  Lá vem ele comendo a poeira levantada de diversas “Marchas para Jesus”.  Outro evento “das nações” é o Fórum Social Mundial, que inicia também neste próximo final de semana com o tema “Paz, democracia, direitos dos povos e do planeta”.  Isto apenas para citar dois eventos ocorridos no Brasil, sem falar no Fórum de Davos (pronuncia-se “Davô”), na Suíça.

As nações se enfureceram, querem fazer a paz, pintar o sete, o rosto, reivindicar.  Muito barulho.  E Deus em silêncio.  Para quem não lê a palavra, Deus “não está nem aí”, balançando os ombros todo-poderosos e fingindo que tudo está bem, ou talvez esperando que as coisas se ajeitem e o homem, finalmente, consiga a remissão através de atos sociais cheios de boas intenções…

Porém, alegria irmãos!  Se nós, que somos os soldados de Cristo vemos os nossos inimigos furiosos, é bom sinal!  É sinal de que a luta valeu.  A nossa redenção está próxima.  Não gosto de ser repetitivo, mas é bom salientar mais uma vez o que está na escritura de abertura deste texto:  “É chegado o tempo  de recompensares os que temem o teu Nome”!  Bendita esperança!  Ora vem Senhor Jesus!

Uma boa espera de Jesus para todos os leitores!

Por: João Machado

Direto da Ásia

A viagem do pr. John John à Ásia continua, a seguir algumas fotos tiradas por ele pelo continente visitado.

Pr. John John em culto na Coreia do Sul

Pr. John John em culto na Coreia do Sul.

Igreja predio

A igreja, no terceiro andar onde há janelas brancas, ao lado das janelas amarelas.

Almoço servido na cozinha da igreja após o culto, juntamente com o irmão Anderson e demais irmãos

Almoço servido na cozinha da igreja após o culto, juntamente com o irmão Anderson e demais irmãos.

Crianças

Pr. John John se diverte com as crianças.

Perigo na aldeia!

Como valentes correrão, como homens de guerra subirão os muros; e irá cada um nos seus caminhos, e não se desviarão da sua fileira“. Joel 2:7

Há algumas décadas o Partido dos Trabalhadores, (PT) foi fundado no Brasil. Apesar de eu não concordar com sua ideologia, reconheço que em seus primórdios eles tinham coesão e muita garra. Por amor à camiseta, eles não se envergonhavam de ir para as ruas sacudir suas bandeiras e defender seu ponto de vista sem receber dinhairo algum.  Hoje, para alcançar a governabilidae, eles fizeram uma aliança com outro partido, o PMDB. O que diriam os fundadores deste partido hoje? Por exemplo, Ulysses Guimarães não aceitaria esta aliança. No cenário internacional vemos os Estados Unidos da América, país com uma democracia muito forte, se aliar ao Irã. Ambas as associações, tanto a nacional como a internacional, seriam impensáveis há poucos anos atrás!

Para ilustrar, posso dizer que há duas instituições com cinco pontos de doutrina cada. Os pontos de doutrina são diferentes, mas há um ponto em que há concordância, apesar de os outros cinco não. Os descontentes formam uma aliança somente naquele ponto, entrando em acordo para manterem-se afastados nos outros. Isto é impossível! A Bìblia diz que a luz não se associa com as trevas! Um engolirá o outro! Se alguém concorda com as doutrinas da igreja e discorda de uma (por exemplço, cabelo preso), associando-se com uma igreja que pensa da mesma forma, isto não dará certo, não prosperará.

Na semana passada, o Pastor John John Lambeth liderou uma equipe para ir na aldeia indígena Por Fi ga, dos Kaingangs. Entraram em contato com um índio influente, que afirmou que lá na aldeia os brancos não são bem vindos. O motivo da hostilidade, segundo o professor kaingan, é que os brancos desvirtuaram a cultura indígena, levando coisas alheias à realidade ancestral daquele povo. No momento da conversa, um som foi ligado bem alto. A música era “funk”, algo levado para lá. As cantigas dos kaingang não são as mesmas, as danças, o folclore, tudo está perdendo espaço. Até costumes sexuais pervertidos entraram lá…

E na “aldeia” apostólica? O que está ocorrendo? Alguém até pode não saber dançar as nossas danças da maneira correta, mas não deve se rebelar e se associar com outros, do contrário, sucumbiremos, seremos engolidos. Temos que manter a nossa identidade intacta. Não podemos nos rebelar contra a autoridade espiritual. Desde os tempos bíblicos o Ministério da Igreja vem comandando, e onde não há rebelião, prosperamos. A escritura de abertura tem uma continuação logo adiante, que está em Joel 2:7,8: ”
“Como valentes correrão, como homens de guerra subirão os muros; e irá cada um nos seus caminhos, e não se desviarão da sua fileira. Ninguém apertará a seu irmão; irá cada um pelo seu carreiro; sobre a mesma espada se arremessarão e não serão feridos”.

Os kaingans estão perdendo a batalha, mas nós, o povo apostólico, seremos vitoriosos!

Pregação do Bispo John Bradley Lambeth, na Igreja Matriz de Esteio, dia 30 de maio de 2015