De mendigo a filho do Rei

Das coisas ruins que passamos, silenciamos, observamos os contextos, analisamos e tiramos proveito para aprimoramentos. Das boas, regozijamo-nos e repartimos com todos os quanto achamos por bem compartilhar… É o que faço agora nas linhas abaixo:

De mendigo a Filho do Rei. Livro compilado pelo Pr. JJ que digo de passagem e com respeito, que por ele (Pr. JJ) tenho admiração pelo empenho que tem em registrar em folhas e administrar o que faz como motivo para anunciar o Nome de Jesus e não com própria glória sua.

 Confesso que ao contrário dos dois livros antecedentes, demorei um pouco para começar a leitura e achei o momento num dia que deveria esperar uma consulta médica que por sinal daria pra ler os três livros de tanto esperar. Bom, não é a isso que quero me ater, mas, no aprendizado que me trouxe a cada página em que me debruçava ao ler o testemunho do Pr. Gilmar. Não me envergonho em dizer que minha vontade era de chorar quando imaginava a realidade em que precedeu a vida cristã do Pr. como mais ainda pelo fato de não se tratar de um testemunho de mídia, de fama e de famosidade mundana onde inúmeras pessoas se espelham e tornam-se fã, mas de um testemunho verdadeiro, marcado pelo Grande Amor de Cristo que não olha status social, mas o interior de cada um de nós. Ao fazer a leitura final do livro minha vontade era de abandonar o consultório, esquecer a doença e lembrar os inúmeros interiores humanos que me rodeavam naquele momento. Tantas reflexões me vieram a cabeça e tantos focos que comecei a enxergar das possibilidades que temos em nossas mãos de falar do Grande Amor de Jesus e o testemunho próprio e vivo que temos pra comprovar isso.

     Outrora, a maioria de nós viemos do mundo, longe de Deus, buscando a Deus de forma errada, e vivendo num estado de vida desprezível pela sociedade. E Deus, sem ignorar nosso estado pobre nos chamou para servir a Ele.  A maioria de nós nordestinos, quando crianças éramos extremamente pobres, viemos de lares onde nossos pais ou nós mesmos enfrentamos o corte de cana ou fomos aos labores das plantações muito cedo. Sabemos o que é dormir sem lençol ou em estado de calamidade em intensas chuvas debaixo de tetos lamentáveis. Sabemos o que é comer pouco e poucas vezes por dia. Entendemos o que é viver com pouquíssimo dinheiro e desejar poucos sonhos. Sabemos de perto o que é casa de taipa e telhado de palha com portas e cama de vara. Sabemos o que é colchão de palha e panela de barro. Sabemos o que é colher madeira e acender fogo à lenha, não em fogão feito de ferro, mas de barro, esculpidos por nossas próprias mãos. Sabemos o que é acordar bem pela madrugada pra caminhar léguas até chegar no trabalho rural e chegar tarde em casa e tomar um banho com água tirada dos riachos para não só tirar a poeira do longo dia, mas a fadiga do árduo labor. Quanta coisa sabemos e vivemos… E fizemos… E superamos… E mudamos… E melhoramos… E temos em abastança. Ao ponto que nos acomodamos em estar bem; em pensar em nós, em esquecer que 24 horas são poucas horas pra fazermos o tanto que podemos. Escrever nossa história como Pr. Gilmar escreveu. Ler a história de alguém. Recontá-la. Anunciá-la. Compartilhar não nos facebook’s ou coisa parecida, mas na face dos humanos que precisam de Deus como precisamos urgentemente no dia em que Ele nos chamou. Meu Deus, quanto temos pra dizer que Jesus é bom!!! Quantas são as maravilhas que carregamos como experiência da pobreza que já vivemos. A nossa memória é para ser usada, praticada, colocada em foco, pois é nela que temos as nítidas lembranças de quem éramos quando crianças ou até mesmo jovens. Não somos simples representantes de uma mega empresa, somos firmes anunciantes com grandes destrezas, com folhetos internos em nós que podem salvar uma Decápole se unirmos o grande ato de compaixão do Nosso Mestre com os vales de onde viemos. Éramos mendigo talvez não como Pr. Gilmar, mas mendigamos tanta coisa na vida e Deus nos ofereceu uma parte do Reino Dele pra cuidar. Tão acomodados às vezes nos tornamos que esquecemos que a grande riqueza que temos não é para descanso terreno, mas, eterno. Então, como convidada do Rei para esta exposição de vida pobre que tive e já não tenho mais, me cabe a audácia de te convidar a fazer parte do grupo dos que anunciam O NOME DE JESUS incansavelmente, pois se recebes esta mensagem agora, é por que és Filho do Rei como sou.

   Como filho do Rei, estás convidado para anunciar comigo a tua história de ex mendigo. As regras são simples, pois a experiência está dentro de você. É só colocar em prática como te vem a mente em usar, pois sei que sabes. As inúmeras almas que ainda continuam mendigando precisam ser convidadas também como fostes. Todos os dias elas te encontram, passam por você com olhar de esperança por um convite. Deus te escolheu para anunciar coisas grandes e não podes ficar parado. O teu livro humano precisa ser lido por outras vidas!!! Vai carta viva de Cristo! Anuncia que Jesus é o único Deus e está voltando!!!

Sem mais,

         De uma ex mendiga espiritual:

                                  Claudete Rocha, filha do Rei Jesus.

 

UM Deus, nenhuma barreira

Em nossa caminhada com Jesus Cristo, nosso Deus, passamos por muitas dificuldades. Há cerca de um ano e meio fui selecionado para uma bolsa de estudos na Coréia do Sul. Esta bolsa foi resultado de bastante estudo, dedicação e foco. No instante em que ela foi homologada, fui a Deus pedir orientação para tal empreitada, tudo foi decidido rapidamente, comprar passagens, arrumar as malas. Com todos os passos na vontade e na direção de Deus, acabei indo em Junho de 2014.

Lembro como se fosse hoje. Faziam quatro meses que eu procurava uma igreja unicista em solo coreano. Haviam muitas barreiras. Eu havia lido em alguns sites pela internet que haviam ministérios disponíveis por lá, entretanto eram extremamente longe, sendo o mais próximo em torno de 80km de distância. Mas tinham outros que não estavam na internet, mas que estavam muito, muito perto. Em Outubro de 2014, postei uma mensagem em um vídeo de um culto apostólico em Seul, mas de um canal americano.  Alguns dias depois, chegou a resposta com nome, endereço e algumas outras informações pertinentes sobre uma igreja. Ficava a menos de 4km de onde eu morava.

Era um domingo, por volta das cinco horas da tarde. Eu estava em frente de um prédio antigo, com uns quatro andares, com uma rua bem movimentada na frente, e uma rua estreita do lado. Tentei achar a entrada, até que entrei naquela rua lateral e achei uma porta bem discreta, com uma escadaria. Subi os degraus, pois de acordo com o endereço dado era no terceiro andar. Cheguei em uma porta entreaberta, ouvi vozes em coreano lá dentro. Eu não sabia até então me comunicar no idioma, e apesar de sentir uma certa barreira, entrei. Veio um rapaz me atender, e percebi que ele tinha fluência em inglês.

Samuel, o rapaz que me atendeu, e o pastor Park, anjo daquela congregação, me faziam perguntas específicas, que nada resolviam aquele problema de comunicação. Quando conversar com um coreano ou japonês, irá entender que eles querem saber ou aprender coisas muito diferente das que buscamos. Então, naquele impasse, o Espírito Santo, que é o Espírito de luz, de sabedoria, me fez falar apenas uma frase: “ONE GOD”. Falei com tanta convicção aquela frase, apontando com o dedo indicador para cima. UM DEUS. Neste exato momento, o céu se abriu. O pastor e o rapaz, antes muito desconfiados, vieram e me abraçaram, começaram a dar umas risadas de satisfação, e deram até uns pulinhos de alegria!

Eles nunca haviam recebido um crente ocidental, muito menos um crente apostólico, unicista! Creio que isto foi grande surpresa e alegria para eles. Congreguei com o pastor Park até Setembro de 2015, mês que voltei para o Brasil. Lembro daquele povo como meus irmãos amados, meus amigos. Mas a grandiosa e contundente experiência que tive foi de que, se eu não tivesse confessado que Deus é UM, de nada teria adiantado tentar explicar de onde eu vinha e qual era minha fé. Se não confessares que DEUS é UM, as barreiras jamais cairão. Os demônios, criadores de barreiras no ocidente e no oriente, também creem que há UM só Deus. E tremem.

No momento que confessei minha fé dEste Todo-Poderoso Deus, todas as barreiras estremeceram e ali sucumbiram.

Tiago 2:19

“Tu crês que há um só Deus? Fazes bem. Também os demônios o crêem e estremecem.”

Testemunho do irmão Anderson Lara

A pegada da onça

1 Pedro 5:8

“Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar”.

A Bíblia diz que a nossa luta não é contra a carne e o sangue. Na escritura acima Pedro nos adverte que o inimigo é “como” um leão e não propriamente o felino que conhecemos.  Porém, quero continuar na analogia e refletir um pouco mais sobre o tema.

Aqui no Brasil não temos leões na natureza. O felino que mais se aproxima em tamanho é a onça. Recentemente fui a Caracaraí, interior do estado de Roraima, onde resido. Fui visitar as terras de um amigo meu, incursionando na Floresta Amazônica. Postei uma foto da pegada do animal, comparando com o meu calçado, que é tamanho 41. Portanto, um grande animal. Junto com a pegada dela, haviam pegadas de porcos do mato. Ela estava no rasto dos suínos selvagens. Onças (e leões) procuram animais selvagens, de preferência suculentos, como porcos. 

A conclusão? Não devemos agir como os animais, pois estes são presas naturais de leões e onças. Este inimigo não irá querer seres espirituais, mas sim  varas de porcos, deixando pegadas na lama do pecado.

Abaixo temos também a foto de uma cobra coral verdadeira, da floresta. É apenas um animal, mas sempre é bom lembrarmos de que o inimigo é comparado muitas vezes com uma astuta serpente.

Por João batista da Silva Machado

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Direto da Ásia

A viagem do pr. John John à Ásia continua, a seguir algumas fotos tiradas por ele pelo continente visitado.

Pr. John John em culto na Coreia do Sul

Pr. John John em culto na Coreia do Sul.

Igreja predio

A igreja, no terceiro andar onde há janelas brancas, ao lado das janelas amarelas.

Almoço servido na cozinha da igreja após o culto, juntamente com o irmão Anderson e demais irmãos

Almoço servido na cozinha da igreja após o culto, juntamente com o irmão Anderson e demais irmãos.

Crianças

Pr. John John se diverte com as crianças.